Auxílio-Acidente | Poços de Caldas – MG
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Queda de altura, esmagamento, corte na máquina, choque, prensa. Voltou ao serviço, mas o dedo não fecha, o braço não levanta, o joelho trava.
No trajeto do trabalho ou num domingo qualquer. Fratura que consolidou torta, placa e pino, perda de força ou de movimento. Também conta.
Caiu da escada, se cortou com a serra, escorregou no banheiro. Muita gente descarta esses casos na hora. É um erro caro.
Tendinite, bursite, hérnia de disco, perda de audição por ruído. Doença causada pelo trabalho é equiparada a acidente pela lei.
Se o afastamento veio de acidente e você voltou com sequela, esse é o cenário mais forte de todos. E o que mais gera atrasados.
Dor crônica, perda parcial de visão ou audição, limitação que só aparece no fim do dia. Se muda a forma como você trabalha, conta.
Ao contrário do auxílio-doença, o auxílio-acidente é pago enquanto você continua trabalhando normalmente. Ele entra somado ao seu salário, não no lugar dele. É por isso que a lei o trata como indenização, e não como substituição de renda.
Uma vez concedido, o benefício acompanha o segurado mês a mês e só termina quando a aposentadoria começa. Não é pagamento único e não tem prazo de validade enquanto a sequela permanecer.
O cálculo parte da média das suas contribuições, não do salário que você recebe hoje. Por isso o valor varia de pessoa para pessoa e só pode ser estimado depois de olhar o seu CNIS, que é o extrato de contribuições do INSS.
Se um acidente deixou uma sequela e desde então você trabalha com mais dor, mais esforço ou mais dificuldade, existe um benefício do INSS que não afasta você do serviço e é pago todo mês até a sua aposentadoria.
Solicite acompanhamento especializado
Deivison Souza é advogado (OAB/MG 196.692) com atuação especializada em Direito Previdenciário (INSS), dedicado a orientar clientes na busca pelo melhor benefício junto ao INSS.
Prestamos atendimento presencial em Poços de Caldas – MG e também de forma online para todas as regiões do país, de forma segura e transparente.
Acompanhamos todas as etapas do processo, desde o planejamento de aposentadorias até a concessão ou revisão dos demais benefícios previdenciários.
Nosso trabalho vai muito além de simplesmente protocolar um pedido no INSS. Cada caso é analisado de forma estratégica com o objetivo de proporcionar segurança jurídica, evitar prejuízos financeiros e aumentar as chances de obtenção do melhor resultado e no menor tempo possível.
Cada caso previdenciário exige atenção aos detalhes. Um cálculo incorreto, a falta de documentos ou a escolha inadequada da melhor estratégia processual podem resultar na perda de direitos ou na redução significativa do valor do benefício.
Por isso, cada situação é estudada de forma individualizada, considerando a realidade e os objetivos de cada cliente.
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Atendimento claro, direto com advogado e estratégia personalizada para garantir segurança na busca do seu benefício previdenciário.
Atendimento exclusivo em Poços de Caldas (MG) com horário agendado. Analisamos sua documentação pessoalmente para garantir a estratégia mais vantajosa e evitar erros que causam prejuízos no INSS.
Consultoria especializada e segura para todo o Brasil, sem você precisar sair de casa. Sua análise é feita diretamente pelo advogado, via WhatsApp, chamada telefônica ou vídeo, garantindo agilidade na busca pelos seus direitos.
Uma conversa presencial em nosso escritório em Poços de Caldas - MG, ou através de videochamada ou através do WhatsApp, caso prefira. Você nos conta o que aconteceu, quando, e o que ficou de sequela. Com suas palavras, do seu jeito.
Verificamos o seu vínculo na época, os benefícios já recebidos, a data da alta e desde quando o direito pode existir sem ter sido pago.
Laudos, exames, CAT e documentos que mostram como a sequela afeta o seu trabalho. É esse ponto que decide a perícia, e é onde a maioria dos pedidos falha.
Definimos a via mais adequada, administrativa ou judicial, e acompanhamos até o fim, incluindo a cobrança dos valores retroativos.
Publicado em Google MARCOS DO PRADO PEREIRATrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dr. Deivison é um profissional altamente capacitado, com profundo conhecimento, comprovada competência jurídica e várias habilidades em diferentes áreas do direito em seu curriculum. Sua atuação é caracterizada pelo seu peculiar atendimento customizado e pela seriedade, dedicação e comprometimento com cada processo, o que inspira extrema confiança e fidelidade por parte de seus clientes. RECOMENDOPublicado em Google Mariana LimaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissionais extremamente qualificados. Cuidaram de tudo,excelente atendimento! Foram muito atenciosos e esclareceu todas as nossas dúvidas de maneira simples e transparente,e sempre com muita dedicação e carinho.Super recomendo, ótimos ProfissionaisPublicado em Google Teresinha FerreiraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Maravilhosa,excelente profissionalPublicado em Google Edson dos santos santosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Fui muito bem atendido pelo dr Deiverson é ótimo profissional que.Publicado em Google Helena OliveiraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótima, bom atendimento, são dedicado aos clientes, trata com humanização eu recomendo a todos os demais.Publicado em Google Fran SoaresTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dr.Deivison e um excelente profissional no trabalho dele e sempre ajudar os clientes no que precisar.Publicado em Google Andrea CicconeTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Foi ótima . Muito atenciosos .Publicado em Google Caroline MartinsTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótimo ,sempre educados e disposto a ajudar em tudo
Esse é o roteiro que se repete todos os dias. A pessoa se acidenta, se afasta, recebe o auxílio-doença durante o tratamento. Um dia o INSS marca a perícia e dá alta. Ela volta a trabalhar, ainda mancando, ainda com a mão sem força, ainda com dor no ombro. E segue a vida achando que aquilo acabou.
Só que no dia seguinte à alta, o auxílio-acidente já era devido. O INSS deveria ter olhado se você ficou sequela. Quase nunca olha. Cada mês que passa desde aquela alta é um mês de benefício que deixou de ser pago.
Você se machuca, no trabalho ou fora dele, e precisa se afastar para tratar.
O INSS paga enquanto você está incapaz. Esse benefício é temporário.
A perícia entende que você já pode trabalhar. Mas a sequela permanece.
O auxílio-acidente era devido a partir daí. Ninguém pediu. Ninguém pagou.
A Justiça já definiu que o auxílio-acidente começa a valer no dia seguinte ao fim do auxílio-doença que teve origem naquele acidente. Não na data em que você descobriu o direito. Não na data em que você procurou um advogado.
Na prática, isso significa que quem teve alta há três, quatro ou cinco anos pode ter uma quantia acumulada para receber de uma vez, além do benefício mensal daqui para a frente. A cobrança dos atrasados, porém, alcança no máximo os últimos cinco anos. O que passou disso, se perde.
Entendimento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento com efeito para todo o país, com base na Lei de Benefícios do INSS. A existência do direito e o valor dependem sempre de análise individual e de decisão do INSS ou da Justiça.
Perda de força ou de movimento no ombro, cotovelo ou punho. Amputação ou rigidez de dedos. Tendinite crônica, bursite e síndrome do túnel do carpo com limitação permanente. Fratura consolidada com sequela funcional.
Encurtamento da perna, claudicação, joelho instável, lesão de menisco ou de ligamento cruzado. Fratura de tornozelo ou calcanhar, com dor e limitação. Dificuldade permanente para ficar em pé por longos períodos.
Hérnia de disco em decorrência do trabalho, protrusão discal, lombalgia crônica e limitação para levantar peso ou permanecer sentado. Quadros de LER e DORT reconhecidos como doença ocupacional, com nexo entre a lesão e a função exercida.
Perda auditiva por exposição a ruído, redução de visão, perda de olfato ou de paladar. Cicatrizes extensas com retração. Sequelas neurológicas após traumatismo craniano. Redução da capacidade respiratória.
Não. Realizamos atendimento presencial em Poços de Caldas – MG e atendimento online para todo o Brasil via vídeo ou WhatsApp. O processo previdenciário pode ser conduzido integralmente à distância, com segurança e acompanhamento direto do advogado em todas as etapas, através de sistemas seguros. Cuidamos do seu processo no INSS com a mesma eficiência de um atendimento presencial em nossa sede em Poços de Caldas/MG.
Para os clientes que moram em Poços de Caldas preferimos que, caso consigam, agendem um horário e venham pessoalmente ao escritório, para tirar todas as dúvidas de forma presencial, conhecer o escritório e nos conhecer.
Mas, caso prefiram, podem sim optar pelo atendimento online. Fique à vontade para agendar a forma de atendimento que achar melhor. Seja presencialmente ou de forma online, o objetivo é um só: garantir o melhor benefício que você tem direito, com a maior segurança e da forma mais rápida possível.
Não é obrigatório. O atendimento pode ser realizado de forma completamente online, com análise de documentos por WhatsApp ou e-mail. Para quem mora em Poços de Caldas ou região, o atendimento presencial também está disponível com horário agendado.
O atendimento online é realizado por videochamada ou através do WhatsApp, em texto, vídeo, chamada telefônica ou áudio, conforme a preferência do cliente. Você envia os documentos, o advogado analisa seu caso, explica suas opções e conduz todo o processo sem que você precise sair de casa. É uma modalidade segura, prática e tão eficaz quanto o atendimento presencial.
A primeira conversa serve para entender o seu caso e verificar se existe direito. Havendo viabilidade, as condições de contratação são apresentadas de forma individual, diretamente com o advogado. Nada é fechado sem que você compreenda exatamente o que está contratando.
Sim. O auxílio-acidente existe exatamente para quem voltou a trabalhar com sequela. Ele não afasta ninguém do serviço. É pago junto com o salário, todo mês, até a sua aposentadoria.
A lei não exige gravidade mínima. Não precisa faltar um dedo nem ficar sem andar. Se você faz o mesmo serviço com mais dor, mais esforço ou mais lentidão, a redução de capacidade existe e é possível solicitar o benefício.
Sim. A lei fala em acidente de qualquer natureza. Queda em casa, acidente de moto no fim de semana, lesão jogando bola. Todos podem gerar o direito, se deixaram sequela e você era segurado do INSS na época.
A alta é justamente o início do seu direito. Se sobrou sequela quando o auxílio-doença acabou, o auxílio-acidente já era devido a partir do dia seguinte. E quase nunca é concedido sozinho. Nesse caso, buscamos os atrasados desde quando você parou de receber o auxílio-doença.
Sim. Se você ficou com qualquer sequela que reduza sua capacidade de trabalho (mesmo que mínima), você tem direito ao Auxílio-Acidente. Ele é uma indenização mensal paga pelo INSS que permite que você continue trabalhando e recebendo seu salário normalmente.
Há diversas estratégias que devem ser analisadas caso a caso, mas saiba que a negativa e o indeferimento não é o fim do caminho. Muitas vezes um benefício é negado por causa de uma documentação errada ou uma análise incorreta por parte do INSS. Você tem o direito de ingressar com um recurso ou até mesmo uma ação judicial, onde poderá ser realizada uma nova perícia com um médico especialista nomeado pelo juiz.
O INSS não tem o hábito de conceder esse benefício por iniciativa própria. Na prática, quem não pede, não recebe. E o tempo em que ninguém pediu vira parcela atrasada.
Não existe uma lista fechada e automática, porque a lei olha para o efeito da sequela no seu trabalho específico. Um dedo travado pesa muito mais para um soldador do que para quem trabalha sentado, por exemplo. Mas entre as sequelas que mais aprovam em nosso escritório, estão:
Se a sua sequela não está nesta lista, isso não significa que você não tem direito. A pergunta que o INSS e a Justiça fazem é sempre a mesma: depois do acidente, ficou mais difícil fazer o trabalho que você fazia antes? Se a resposta é sim, o caso merece uma análise.
Não existe prazo para requerer. O que prescreve são os valores retroativos, limitados aos cinco anos anteriores ao pedido. Um acidente de 2012 ainda pode gerar benefício hoje, mas os atrasados só alcançam os últimos cinco anos.
A CAT ajuda muito, mas a ausência dela não elimina o direito. É possível demonstrar o acidente e o nexo por prontuários, atestados, exames de imagem, registros de afastamento e até prova testemunhal no processo judicial. Muitos casos antigos são reconstruídos exatamente assim.
O auxílio-acidente corresponde a 50% do salário de benefício, calculado sobre a média das suas contribuições ao INSS, e não sobre o salário que você recebe hoje. Por isso o valor muda de pessoa para pessoa e só pode ser estimado depois da análise do seu extrato de contribuições.
A consistência de um trabalho construído com integridade e dedicação.
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Poços de Caldas - MG.
(35) 98472-0543